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quarta-feira, 2 de junho de 2010

EAD

Tecnologias na educação

RESUMO

Como síntese da pesquisa Tecnologias da informação e da comunicação e educação a distância: o discurso do MEC, o presente artigo analisa o discurso das políticas de formação de professores em curso no Brasil. Está organizado em quatro seções. A primeira aborda os sentidos atribuídos às tecnologias na educação, na sua relação com os modos pelos quais as tecnologias da informação e da comunicação (TIC) têm sido incorporadas aos processos educacionais. Para tanto, focaliza as perspectivas e propostas definidoras da recontextualização das TIC no discurso pedagógico. A segunda seção discute o conjunto das ressignificações que têm sustentado as políticas de formação de professores, com especial destaque para noções como a do ''divisor digital'', bem como para as relações entre o deslocamento do trabalho docente para atividade e tarefa, a proposta da formação baseada em competências e o uso intensivo de tecnologias. Em outras palavras, está centrada na relação entre as TIC e a educação a distância (EaD), nas suas múltiplas dimensões. A terceira seção explicita as reduções operadas na incorporação das tecnologias na educação, a partir da análise de discurso dos textos do MEC, cujo movimento principal tem sido o de priorizar a formação de professores à distância, em consonância com as recomendações dos organismos internacionais aos países em desenvolvimento. Finalmente, a quarta seção pontua as tendências atuais das políticas de formação de professores, retomando e remetendo às questões relativas aos sentidos das tecnologias e aos modos da sua apropriação educacional, em diferentes contextos.



Fonte:http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1517-97022003000200006&script=sci_arttext&tlng=in

terça-feira, 1 de junho de 2010

FORMAÇÃO DE PROFESSORES E NOVAS TECNOLOGIAS


É fato que a sociedade tem se beneficiado do progresso tecnológico usufruindo recursos como telefone, televisão, terminais eletrônicos nos bancos e no comércio, Internet, tele-medicina, robótica..., muitas vezes sem ter consciência de seu uso e da importância no seu cotidiano. Entretanto, constata-se que os espaços de aprendizagens ainda ocorrem essencialmente no contexto concreto, real e linear das salas de aulas, nos quais a figura e o papel do professor assumem a posição de destaque e de comando. Propor que aprendizagens ocorram em outros contextos que não sejam presenciais, implica propor aos autores dessas aprendizagens, sejam eles alunos ou professores, mudanças de nas formas de ser e fazer e, não simplesmente a troca do espaço presencial para o virtual. Tal fato representa rupturas descontínuas e sucessivas nas concepções, valores, percepções, saberes e práticas compartilhadas por uma comunidade que necessita se perceber como parte dessa rede.O produto das interações continuadas na rede de conversação atuando como fontes de perturbações mútuas podem desencadear mudanças de estado ocorrendo o que Maturana (2001) denomina acoplamentos estruturais.
As aprendizagens ocorridas nesses espaços, no sentido dado por autor, são entendidas como um processo de hipergênese, indicando que nada acontece num sistema vivo que não seja decorrente de sua estrutura inicial como resultado de um caso particular de transformação de uma seqüência particular de interações, uma vez que os professores continuam sendo os principais atores e responsáveis por sua formação contínua, pois decidem de maneira autônoma seus objetivos e planejamentos. Eles se apropriam de sua formação contínua no sentido de uma auto formação e negociam suas contribuições em função de suas necessidades e da situação de suas práticas.

Mesmo trabalhando com redes coletivas, muitos estudos ainda apontam como os professores se sustentam na individualidade, ao enxergarem o que fazem e o que querem e não de perceber que o que fazem é que os produz. Compreender a formação em rede, nesse sentido, possibilita pensar com o outro. E, comparando, expondo e escutando assumir uma outra postura que seja melhor naquele momento ao permitir que crenças, saberes e significados sejam confrontados de forma autoral evidenciando que não há apenas uma simples obediência ao coletivo, mas uma significação.
Os programas de formação de professores de certa forma são influenciados por um ou alguns desses modelos. Para Zeichner (1993, p. 46) “nenhum programa de formação de professores pode ser compreendido em face de só uma das tradições. A formação em rede significa a possibilidade de explorar, de um modo não-linear, universos distintos de informação e conhecimento.
A idéia de exploração, por si só, convida a refletir sobre a aprendizagem de uma maneira distinta daquela que comumente entendida – o repasse do conhecimento exclusivamente pelo professor.
Assim, as redes de conversação, mediadas pelas tecnologias, poderão promover exercícios diferentes de docência cuja principal função não pode ser mais a de difusão dos saberes. Sua competência se deslocará no sentido de incentivar a aprendizagem e o pensamento, incitar a troca e a mediação de saberes, além de favorecer o desenvolvimento de um pensamento mais reflexivo, sistêmico e colaborar com a criação de um novo sistema de relações e de reconstrução social.




Adaptado de http://www.ufpel.tche.br/fae/caduc/downloads/n30/14.pdf

A INTERNET POR TODOS E TODOS PELA INTERNET


Trabalhar de forma colaborativa não é nenhuma novidade, mas a web deu a esta prática uma escala global, tirando o poder dos especialistas.

Desde os tempos em que o homem abandonou o estilo de vida nômade e descobriu formas de cultivar alimentos, a humanidade trabalha em grupo. Homens de negócios do século 21 gastam horas lendo livros de auto-ajuda, com objetivo é motivar suas equipes ao trabalho colaborativo. Portanto, podemos concluir que trabalhar de forma colaborativa não é nenhuma novidade, certo? Errado. Com a internet, essa prática atingiu escala global, graças à facilidade de se transmitir e de se publicar informação.

Veja os exemplos da Wikipedia, do movimento de software livre e dos blogs. O primeiro é uma enciclopédia online, com a colaboração de milhares de pessoas, que já conta com mais de 3,5 milhões de artigos publicados em 123 línguas. O movimento de software livre está mudando a forma como se desenvolvem programas e ameaçando o poder da maior empresa de software do mundo, a Microsoft, que em alguns países, entre eles o Brasil, já pensa em novos modelos de licenciamento. E, por fim, os blogs. Ainda pouco difundidos no Brasil como uma opção à mídia tradicional, eles permitiram, com uma ferramenta fácil para publicar conteúdo na internet, que qualquer pessoa pudesse ser “um jornalista”. “O que a internet permitiu foi amplificar enormemente a capacidade de pessoas cooperarem à distância, em um grau que tecnologias anteriores não haviam ainda permitido”, afirma Tadao Takahashi, ex-presidente do Programa Sociedade da Informação do Brasil e um dos principais especialistas em internet no Brasil.

A amplificação, sem dúvida, foi maior ainda para os entusiastas do software livre. “Nós transmitíamos os códigos uns para os outros em ligações telefônicas entre PCs ou mesmo por fitas magnéticas. Era mais devagar, mas funcionava”, lembra Richard Stallman, guru do software livre e fundador da Free Software Foundation, em entrevista exclusiva para o IDG Now!. Por mais que já fosse praticada, a introdução da tecnologia – e suas promessas de facilidades – criou um fluxo de colaboração que permite que as obras coletivas sejam visualizadas, consultadas e atualizadas, no ritmo da internet. Takahashi remete à montagem da primeira Enciclopédia Britânica, no século 19, quando milhares de pessoas redigiram, distribuíram e editaram milhões de verbetes de língua inglesa. O produto de tal esforço, porém, não acompanhava o que acontecia após sua publicação. “Em todos os outros meios, você poderia fazer textos ou produções coletivas, mas ela nunca foi mutante. A obra era um retrato congelado de quando um grupo entrou em acordo”, pondera Beth Saad, professora da Escola de Comunicações e Artes da USP, que estuda comunicação digital. Ao contrário do que se possa pensar, essa construção coletiva conta com um fator muito mais determinante do que a crescente facilidade do acesso a máquinas e a banda larga: a mudança no perfil do usuário que navega. Os jovens envolvidos em projetos como a Wikipedia apresentam um interesse muito maior em dividir seus conhecimentos com outros.

A necessidade de dividir conhecimentos não explica, por si só, o fenômeno de construção conjunta, experimentada atualmente pelos usuários online. Stallman estabelece que entusiastas envolvidos na modificação e distribuição de softwares livres trabalham por motivos que vão da moral frente ao grupo à diversão. “Há uma maneira superficial de olhar para essa questão, que é contribuir por ódio à Microsoft”, afirma. “Muitos outros desenvolvedores de softwares proprietários estão fazendo coisas ‘ruins’ (sic) também”. Longe do argumento apaixonado, Takahashi afirma que a predisposição à colaboração não envolve reputação ou idealismo: é genética. “Um colaborador pode racionalizar, mas essa propensão à sociabilidade e à cooperação “gratuitas”, desinteressadas, é o que nos distingue como espécie”. Credibilidade Qual a credibilidade dessas fontes novas de informações? Será que podemos confiar em enciclopédias online, com a Wikipedia, ou em blogs, com seus jornalistas cívicos?

Um dos primeiros críticos do novo status quo da internet foi Nicholas Carr, autor do artigo "The amorality of Web 2.0", no qual critica o "culto ao amadorismo" da nova geração de internet. Carr é o polêmico jornalista que escreveu o artigo "IT doesn´t matter", na Havard Business Review, defendendo a tese de que os investimentos em tecnologia não traziam nenhuma vantagem competitiva às empresas. Agora, Carr volta seu discurso afiado contra a Web 2.0, atacando diretamente um dos ícones da nova era: a Wikipedia, enciclopédia online construída livremente pelos internautas. "Os promotores da Web 2.0 veneram o amadorismo e não confiam no profissional", escreveu o jornalista. A Wikipedia, criada pelo inglês Jimmy Walles, é de fato a principal personagem deste fenômeno de construção de conhecimento coletivo na internet, mas não é imune a falhas. Em novembro do ano passado, a credibilidade da enciclopédia digital foi abalada, quando foram descobertos artigos específicos editados para que ficassem favoráveis a determinadas pessoas. Um dos exemplos foi o do ex-VJ Adam Curry, apontado como um dos criadores dos podcasts. Curry retirou da própria biografia referências sobre iniciativas anteriores de podcast, fazendo com que sua participação parecesse mais importante do que realmente foi. Mesmo com o pedido de desculpas, dias após a ação, Curry já havia deflagrado dúvidas sobre a credibilidade de um serviço feito por inúmeros colaboradores. “Do jeito que a Wikipedia é feita, existe uma dose de confiabilidade”, afirma Beth Saad. “Uso a Wikipedia, não como única fonte de informações, mas uso”. A própria página de informações gerais sobre a enciclopédia avisa que a Wikipedia não garante a validade dos seus próprios dados. Pesquisa conduzida pela revista Nature duas semanas após o escândalo envolvendo Curry concluiu que a enciclopédia online continha quase o mesmo número de erros que a tradicionalíssima Enciclopédia Britannica. Entre 42 verbetes, foram encontradas três imprecisões na versão online e quatro na impressa. Outro dado da pesquisa ilustra a mudança no perfil de quem contribui: apenas 10% entre mais de mil doutores ou pesquisadores ligados à Nature já escreveram algo para a Wikipedia. A grande maioria dos verbetes foi escrita por usuários comuns, o que reflete o papel dos anônimos na construção da obra, mas também pode levantar suspeita sobre as informações.


Blogs e jornalismo “open source” Mais do que a Wikipedia pontualmente, o caso suscitou dúvidas sobre a confiabilidade do chamado “jornalismo open-source”: corrente de jornalismo online feita por colaboradores voluntários e com edição livre do material. “[O jornalismo open-source] é um exemplo bastante importante de construção de conteúdo. Tem a ver com fatos” pondera Saad. A pesquisadora, no entanto, vê na falta de um fio condutor a principal falha da iniciativa. “Você corre o risco de não ter credibilidade nas informações. Os defensores dizem que continuam fazendo jornalismo, com valores como objetividade e clareza, mas os mesmos grupos não deixam claro o que é o grupo. Dizem que fazem um texto coletivo, que conta a verdade, mas que verdade?”, indaga a professora universitária. O fluxo de material produzido pela mudança na mentalidade do usuário, “mais preocupado em compartilhar”, de acordo com Saad, pede uma nova maneira de se lidar com a distribuição gratuita e massiva de documentos na web. É necessário estipular novas regras para o uso, repasse ou transformação de textos e fotos. Atualmente, o “selo” que regula o compartilhamento legal de conteúdo online atende pelo nome de Creative Commons. “Você tem modelos de licenciamento mais flexíveis, o que dá opções para essas ferramentas colaborativas”, explica Ronaldo Lemos, advogado mineiro responsável pelo protocolo no Brasil. “Quem contribui e usa o Creative Commons estipula o que o usuário que acessa pode fazer com o material – como ler, copiar e distribuir”, explica. Software livre O que a criação e a popularização do Creative Commons confirmam é a visão que comunidades entusiastas do software livre já apoiavam e divulgavam desde a década de 80: a noção de que o material que circula online, como textos, fotografias e desenhos, não tem impedimentos de uso e distribuição. No caso do software livre, o conjunto de regras que regula a distribuição é o General Public License (GPL), criado em 1989 por Stallman e que deve ter sua terceira visão completamente revisada até janeiro de 2007. No sentido contrário, dá para imaginar que o fenômeno poderá ser levado ao mundo real para ser explorado comercialmente no futuro. Para que haja justiça na hora da repartição de um suposto lucro, porém, seria necessário que se formulasse um novo modelo comercial. “Tirando os santos e os financiados por terceiros, como universidades, ONGs e governos, qualquer pessoa envolvida nesses “mutirões cívicos virtuais” terá de pensar em algum retorno material, se a atividade começar a demandar tanto tempo que comece a sobrar demasiado mês no final do salário” argumenta Takahashi.

Lemos explica que já existem exemplos de serviços comerciais que usam a licença Creative Commons e que arrecadam dinheiro com a distribuição, por exemplo, de música. “A gravadora virtual Jamendo já mostrou bons resultados financeiros da exploração de cantores e bandas que licenciam seu conteúdo por CC. Toda receita é baseada em doações repassadas para os artistas”, conta Ronaldo Lemos. O advogado não explica, no entanto, se tal modelo comercial é estável o suficiente para manter uma empresa de médio porte. O modelo comercial pode estar longe de ser definido, mas já existem exemplos da contribuição online no mundo real. Em setembro, a revista Esquire, voltada ao estilo de vida masculino, permitiu que usuários da Wikipedia mexessem no editorial que seria publicado na revista de papel. O editor da revista, A. J. Jacobs, disse na ocasião que gostou bastante do resultado. “Foi absolutamente fascinante”, revelou em anúncio na própria Wikipédia. Como ferramenta de contribuição, a internet ainda vai precisar de muitas mãos.



Autoria: Guilherme Felitti, repórter do IDG Now!, 16 de março de 2006 - Por: Raquel Moraes ( Brasilia-DF ).


Fonte: http://www.mundoacademico.unb.br/conteudos/?cod=909

EDUCAÇÃO E PESQUISA

Print version ISSN 1517-9702 Abstract ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui. [online]. 2003, vol.29, n.2, pp. 327-340. ISSN 1517-9702. doi: 10.1590/S1517-97022003000200010.


Os avanços e a disseminação do uso das tecnologias de informação e comunicação (TIC) descortinam novas perspectivas para a educação a distância com suporte em ambientes digitais de aprendizagem acessados via internet. Considerando-se que a distância geográfica e o uso de múltiplas mídias são características inerentes à educação a distância, mas não suficientes para definirem a concepção educacional, discute-se a educação a distância (EaD) não como uma solução paliativa para atender alunos situados distantes geograficamente das instituições educacionais nem apenas como a simples transposição de conteúdos e métodos de ensino presencial para outros meios e com suporte em distintas tecnologias. Os programas de EaD podem ter o nível de diálogo priorizado ou não segundo a concepção epistemológica, tecnologias de suporte e respectiva abordagem pedagógica. Este artigo pretende discutir as abordagens usuais da educação a distância, destacando o uso das TIC para o desenvolvimento de um processo educacional interativo que propicia a produção de conhecimento individual e grupal em processos colaborativos favorecidos pelo uso de ambientes digitais e interativos de aprendizagem, os quais permitem romper com as distâncias espaço-temporais e viabilizam a recursividade, múltiplas interferências, conexões e trajetórias, não se restringindo à disseminação de informações e tarefas inteiramente definidas a priori.


Keywords : Educação a distância; Tecnologias de informação e comunicação; Interação.
Fonte:http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1517-97022003000200010&script=sci_abstract&tlng=pt




EDUCAÇÃO & SOCIEDADE

Print version ISSN 0101-7330 Abstract BARRETO, Raquel Goulart. Tecnologia e educação: trabalho e formação docente. Educ. Soc. [online]. 2004, vol.25, n.89, pp. 1181-1201. ISSN 0101-7330. doi: 10.1590/S0101-73302004000400006.


Este trabalho analisa as construções teóricas e ideológicas relativas à precarização de trabalho e formação docente, tendo em vista os discursos que sustentam as políticas em curso. Para tanto, discute: (1) as tecnologias da informação e da comunicação (TIC) como elo entre "globalização" e trabalho docente; (2) o modo de inserção dessas tecnologias na chamada "sociedade da informação"; (3) a materialização discursiva de tal inserção; (4) as conseqüências da redução das tecnologias a estratégias de educação a distância, destacando o apartheid educacional produzido; (5) a relação-chave entre tecnologias e competências; e (6) as tendências detectadas no contexto atual: a formação baseada em competências, a ênfase nos materiais instrucionais e a desterritorialização da escola, bem como as propostas contra-hegemônicas.


Keywords : Sociedade da informação; Tecnologias; Competências; Escola; Trabalho e formação docente.
Fonte:http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-73302004000400006&script=sci_abstract&tlng=pt
EDUCAÇÃO E PESQUISA

Print version ISSN 1517-9702 Abstract ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Educação a distância na internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem. Educ. Pesqui. [online]. 2003, vol.29, n.2, pp. 327-340. ISSN 1517-9702. doi: 10.1590/S1517-97022003000200010.


Os avanços e a disseminação do uso das tecnologias de informação e comunicação (TIC) descortinam novas perspectivas para a educação a distância com suporte em ambientes digitais de aprendizagem acessados via internet. Considerando-se que a distância geográfica e o uso de múltiplas mídias são características inerentes à educação a distância, mas não suficientes para definirem a concepção educacional, discute-se a educação a distância (EaD) não como uma solução paliativa para atender alunos situados distantes geograficamente das instituições educacionais nem apenas como a simples transposição de conteúdos e métodos de ensino presencial para outros meios e com suporte em distintas tecnologias. Os programas de EaD podem ter o nível de diálogo priorizado ou não segundo a concepção epistemológica, tecnologias de suporte e respectiva abordagem pedagógica. Este artigo pretende discutir as abordagens usuais da educação a distância, destacando o uso das TIC para o desenvolvimento de um processo educacional interativo que propicia a produção de conhecimento individual e grupal em processos colaborativos favorecidos pelo uso de ambientes digitais e interativos de aprendizagem, os quais permitem romper com as distâncias espaço-temporais e viabilizam a recursividade, múltiplas interferências, conexões e trajetórias, não se restringindo à disseminação de informações e tarefas inteiramente definidas a priori.



Keywords : Educação a distância; Tecnologias de informação e comunicação; Interação.
Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1517-97022003000200010&script=sci_abstract&tlng=pt

TECNOLOGIA E METODOLOGIA




METODOLOGIA

A Metodologia é o estudo dos métodos. Ou então as etapas a seguir num determinado processo.
Tem como objetivo captar e analisar as características dos vários métodos indispensáveis, avaliar suas capacidades, potencialidades, limitações ou distorções e criticar os pressupostos ou as implicações de sua utilização.
Além de ser uma disciplina que estuda os métodos, a metodologia é também considerada uma forma de conduzir a pesquisa ou um conjunto de regras para ensino de ciência e arte.
A Metodologia é a explicação minuciosa, detalhada, rigorosa e exata de toda ação desenvolvida no método (caminho) do trabalho de pesquisa. É a explicação do tipo de pesquisa, do instrumental utilizado (questionário, entrevista etc), do tempo previsto, da equipe de pesquisadores e da divisão do trabalho, das formas de tabulação e tratamento dos dados, enfim, de tudo aquilo que se utilizou no trabalho de pesquisa.
Em Gestão de Projetos, existe a metodologia geral e a metodologia detalhada.
A metodologia pode ser dividida em vários métodos até chegar num determinado objetivo.

Fonte



http://pt.wikipedia.org/wiki/Metodologia

segunda-feira, 31 de maio de 2010

BANDA CHEKP

Somos uma banda alternativa com melodias que falam de amor e do nosso cotidiano,,,,em breve estaremos nas melhores rádios do mundo,,,,podem acreditar

quinta-feira, 13 de maio de 2010

A HISTÓRIA DA TECNOLOGIA



A história da tecnologia é quase tão antiga quanto a história da humanidade, e se segue desde quando os seres humanos começaram a usar ferramentas de caça e de proteção. A história da tecnologia tem conseqüentemente, embutida a cronologia do uso dos recursos naturais, porque, para serem criadas, todas as ferramentas necessitaram, antes de qualquer coisa, do uso de um recurso natural adequado. A história da tecnologia segue uma progressão das ferramentas simples e das fontes de energia simples às ferramentas complexas e das fontes de energia complexas, como segue:
As tecnologias mais antigas converteram recursos naturais em ferramentas simples. Os processos mais antigos, tais como arte rupestre e a raspagem das pedras, e as ferramentas mais antigas, tais como a pedra lascada e a roda, são meios simples para a conversão de materiais brutos e "crus" em produtos úteis. Os antropólogos descobriram muitas casas e ferramentas humanas feitas diretamente a partir dos recursos naturais.
A descoberta e o conseqüente uso do fogo foi um ponto chave na evolução tecnológica do homem, permitindo um melhor aproveitamento dos alimentos e o aproveitamento dos recursos naturais que necessitam do calor para serem úteis. A madeira e o carvão de lenha estão entre os primeiros materiais usados como combustível. A madeira, a argila e a rocha (tal como a pedra calcária) estavam entre os materiais mais adiantados a serem tratados pelo fogo, para fazer as armas, cerâmica, tijolos e cimento, entre outros materiais. As melhorias continuaram com a fornalha, que permitiu a habilidade de derreter e forjar o metal (tal como o cobre, 8000 a.C.), e eventualmente a descoberta das ligas, tais como o bronze (4000 a.C.). Os primeiros usos do ferro e do aço datam de 1400 a.C....
As ferramentas mais sofisticadas incluem desde máquinas simples como a alavanca (300 a.C.), o parafuso (400 a.C.) e a polia, até a maquinaria complexa como o computador, os dispositivos de telecomunicações, o motor elétrico, o motor a jato, entre muitos outros. As ferramentas e máquinas aumentam em complexidade na mesma proporção em que o conhecimento científico se expande.
A maior parte das novidades tecnológicas costuma ser primeiramente empregadas na engenharia, na medicina, na informática e no ramo militar. Com isso, o público doméstico acaba sendo o último a se beneficiar da alta tecnologia, já que ferramentas complexas requerem uma manufatura complexa, aumentando drasticamente o preço final do produto.
A energia pode ser obtida do vento, da água, dos hidrocarbonetos e da fusão nuclear. A água fornece a energia com o processo da geração denominado hidroenergia. O vento fornece a energia a partir das correntes do vento, usando moinhos de vento. Há três fontes principais dos hidrocarbonetos, ao lado da madeira e de seu carvão, gás natural e petróleo. O carvão e o gás natural são usados quase exclusivamente como uma fonte de energia. O coque é usado na manufatura dos metais, particularmente de aço. O petróleo é amplamente usado como fonte de energia (gasolina e diesel) e é também um recurso natural usado na fabricação de plásticos e outros materiais sintéticos. Alguns dos mais recentes avanços no ramo da geração de energia incluem a habilidade de usar a energia nuclear, derivada dos combustíveis tais como o urânio, e a habilidade de usar o hidrogênio como fonte de energia limpa e barata.
Nos tempos atuais, os denominados sistemas digitais têm ganhado cada vez mais espaço entre as inovações tecnológicas. Grande parte dos instrumentos tecnológicos de hoje envolvem sistemas digitais, principalmente no caso dos computadores.



FONTE:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Tecnologia

terça-feira, 13 de abril de 2010